Equipe Ondara em planejamento

// empresa

Uma consultoria construída
sobre clareza e propriedade

A Ondara existe para ajudar equipes a entenderem, com honestidade, onde a inteligência artificial pode reduzir carga operacional — e onde ela não vai resolver o problema.

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// nossa história

Como a Ondara surgiu

A Ondara foi fundada em Campinas em 2021, a partir de uma observação recorrente: muitas equipes estavam chegando às ferramentas de inteligência artificial com expectativas desalinhadas — ou porque haviam lido algo exagerado sobre o assunto, ou porque haviam tentado algo e não obtido o resultado esperado.

O que faltava, na maioria dos casos, não era tecnologia. Era uma leitura honesta dos processos existentes, feita por alguém que não tinha interesse em vender uma ferramenta específica. A Ondara foi estruturada exatamente para preencher esse espaço.

Desde o início, o modelo de trabalho segue uma lógica simples: primeiro entender como a equipe opera hoje, depois identificar onde existe fricção real, e só então avaliar quais recursos de IA — se algum — fariam sentido naquele contexto. O resultado é entregue como documento de propriedade da empresa, não como dependência de um fornecedor.

Ao longo dos anos, trabalhamos com equipes de áreas variadas: operações, atendimento, análise, suporte interno. O que todas têm em comum é que chegaram à Ondara querendo entender melhor sua situação antes de tomar qualquer decisão sobre tecnologia.

// missão

"Dar às equipes uma imagem fiel de onde estão, para que possam decidir com mais segurança onde querem chegar."


Orientação antes de ação

Entendemos o contexto antes de sugerir qualquer mudança.

Documentação como entrega

Tudo produzido fica com a empresa — sem dependência criada.

Postura neutra sobre ferramentas

Não somos revendedores de nenhuma plataforma ou software.

// equipe

Quem conduz o trabalho

Profissionais com experiência em operações, estratégia e tecnologia aplicada.

RC

Rafael Carvalho

Consultor Principal

Especialista em mapeamento de processos e estratégia de adoção de ferramentas digitais. Trabalhou por 8 anos em operações industriais antes de migrar para consultoria.

LS

Letícia Souza

Analista de Operações

Conduz as entrevistas com equipes e a análise de fluxos de trabalho. Formação em engenharia de produção, com foco em melhoria de processos operacionais.

MF

Marcos Ferreira

Especialista em Ferramentas de IA

Avalia e documenta as ferramentas de IA avaliadas em cada engajamento. Acompanha o mercado de forma contínua para manter as recomendações atualizadas e realistas.

// padrões de trabalho

Como conduzimos cada engajamento

Princípios que orientam cada etapa do trabalho — do primeiro contato à entrega final.

Diagnóstico antes de prescrição

Nenhuma recomendação é feita sem que os processos da equipe tenham sido mapeados e compreendidos primeiro.

Tratamento de dados com cuidado

Informações compartilhadas durante os engajamentos são tratadas com confidencialidade e utilizadas exclusivamente para o trabalho contratado.

Comunicação sem intermediários

O contato direto com os responsáveis pelo trabalho é mantido durante todo o período do engajamento, sem camadas de suporte genérico.

Entregáveis documentados

Cada engajamento termina com um ou mais documentos escritos — relatórios, playbooks ou resumos de piloto — que ficam com a equipe contratante.

Honestidade sobre limitações

Se um processo não tem candidatos claros para apoio de IA, isso é dito diretamente. Não adaptamos os achados para justificar um serviço maior.

Atualização contínua do repertório

O mercado de ferramentas de IA muda rápido. Acompanhamos de forma ativa o que está disponível para manter as recomendações relevantes e realistas.

// perspectiva

O que acreditamos sobre IA em operações

A inteligência artificial já demonstrou valor real em tarefas operacionais bem delimitadas: triagem de textos, geração de rascunhos, organização de dados estruturados, detecção de padrões em volumes maiores do que uma pessoa conseguiria revisar manualmente. Esses casos existem e funcionam.

O problema está na distância entre esse conjunto de casos reais e o que é apresentado publicamente como o potencial da tecnologia. Equipes que chegam às ferramentas com expectativas formadas pelo lado mais ruidoso da conversa tendem a se deparar com uma experiência decepcionante — e frequentemente abandonam iniciativas que poderiam ter funcionado se tivessem começado com objetivos mais precisos.

A Ondara parte de um princípio diferente: o valor de qualquer ferramenta de IA depende quase inteiramente de como o processo em que ela se insere está estruturado. Uma ferramenta boa inserida num processo mal definido vai produzir resultados inconsistentes. Um processo bem mapeado, mesmo com uma ferramenta simples, costuma gerar ganhos sustentáveis.

Por isso, o trabalho começa sempre pelo processo — não pela ferramenta. A revisão do que a equipe faz hoje, onde está a fricção, e o que seria necessário para mudar isso de forma estável é o ponto de partida de qualquer engajamento. A ferramenta, quando recomendada, vem depois.

Essa postura é menos espetacular do que outras abordagens disponíveis no mercado, mas é consistente com o que observamos nas organizações com quem trabalhamos: mudanças que começam com clareza duram mais do que mudanças que começam com entusiasmo.

// próximo passo

Quer entender o que uma revisão de processos envolveria para sua equipe?

Entre em contato. Descrevemos o escopo antes de qualquer comprometimento.

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